segunda-feira, 25 de novembro de 2013

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Você conhece?! - Tacacá


Tacacá é uma iguaria da região amazônica brasileira, é preparado com um caldo fino e bem temperado geralmente feito com sal, cebola, alho, coentro do norte, coentro e cebolinha e, principalmente, um caldo amarelado, chamado tucupi. Coloca-se esse caldo por cima da goma de tapioca, também servida com camarão seco e jambu. Serve-se muito quente, temperado com pimenta, em cuias. O tucupi e a tapioca (da qual se prepara a goma), são resultados da massa ralada da mandioca que, depois de prensada para fazer farinha, resulta num líquido leitoso-amarelado. Após deixado em repouso, a tapioca fica depositada no fundo do recipiente e o tucupi na sua parte superior.
Sua origem é indígena e, deriva de um tipo de sopa indígena denominada mani poi.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

A Galera AMAZON ensina - Brincar de horta

Como fazer da horta uma brincadeira divertida
Material utilizado:
1 garrafa PET cortada ao meio
tampinhas de garrafa PET
ólhos móveis 
terra, adubo e sementes

Modo de fazer:
Brincar aprendendo a plantar \o/

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Bicho da semana - Ararajuba

Ararajuba

A Ararajuba é conhecida também como Guaruba, Guarajuba e Tanajuba. Guaruba e Ararajuba derivam do tupi: guará = pássaro, yuba = amarelo; ou Arara = aumentativo de Ará (papagaio)/papagaio grande, yuba = amarelo.

Mede cerca de 34cm. de comprimento. Alimenta-se de semente, frutos oleosos, frutas e flores.

Procura árvores altas e ocas para construir seus ninhos, dentro de uma câmera profunda que impeça a ação de predadores, como os tucanos. Nesse local, colocam de dois a três ovos que são incubados por aproximadamente 30 dias, não somente pelos pais, mas também por outros indivíduos do bando. Esses “ajudantes” colaboram ainda no cuidado com os filhotes até que se tornem adultos.

Habita a copa de florestas úmidas altas. É bastante social, inclusive no período reprodutivo, vivendo em bandos de 4 a 10 indivíduos. É justamente nas áreas de ocorrência da espécie, que se verificam os mais altos índices de desmatamento na Amazônia para formação de pastagens. Dessa forma, a perda de seu habitat é uma das principais ameaças que colocam em risco a sobrevivência dessas aves. O tráfico de aves silvestres é outro fator que contribui significativamente para redução desses indivíduos na natureza.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Bater timbó - Você conhece?!

O peixe é um alimento importante para muitas populações indígenas, que conhecem e usam diferentes técnicas de pesca. As técnicas mais utilizadas pelos diferentes povos são: uso do timbó (um tipo de cipó) e outras plantas venenosas; a pescaria com anzol e linha; uso de armadilhas, flechas...

Em algumas comunidades apenas os homens saem para pescar e muitas vezes ficam dias acampados perto de rios e lagoas. A pescaria também pode ser feita pelas mulheres, ou ser realizada em família, e assim esse trabalho vira uma grande diversão!

Você sabe o que é bater timbó?
Bater timbó é um tipo de pescaria muito comum entre diversas populações indígenas. É uma atividade que geralmente precisa de muita gente, tanto para o seu preparo, quanto para a coleta dos peixes.


O timbó é um cipó. Ele é cortado em pedaços, que são colocados na água. Com a ajuda de uma madeira, eles são fortemente batidos, até que fiquem em fiapos. Neste momento, o cipó já triturado é sacudido com força embaixo d’água, onde libera uma substância branco-azulada que parece flocos de sabão.

Essa substância do timbó é venenosa para os peixes que, quando não morrem de imediato, ficam atordoados e são facilmente flechados ou pegos.
Finalmente os peixes são empilhados aos montes e levados à aldeia, garantindo uma grande refeição!

fonte: Save The Amazonas

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Tapioca


A tapioca, também conhecida como beiju, é o nome de uma iguaria tipicamente brasileira, originária do Norte do país, de origem indígena, feita com a fécula extraída da mandioca, também conhecida como goma da tapioca, tapioca, goma seca, polvilho ou polvilho doce. Esta, ao ser espalhada em uma chapa ou frigideira aquecida, coagula-se e vira um tipo de panqueca ou crêpe seco, em forma de meia-lua (ou disco, como em algumas regiões). O recheio varia, mas o mais tradicional é feito com coco e queijo coalho.
É comum também encontrar as variedades conhecidas como Beiju de Lenço, Beiju de Massa e outras, feitas em fornos das casas de farinha das comunidades rurais em determinadas épocas do ano; assim como outras variações.
O nome tapioca é derivado da palavra tipi'óka «coágulo», o nome para este amido em Tupi; e pode referir-se tanto ao produto obtido da fécula quanto ao prato em si feito a partir dele. 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Fruta da semana - Pupunha



A pupunha é uma palmeira da família das Palmáceas , a mesma da carnauba, do babaçu e do açai. Pode atingir até 20 metros de altura. Começa a frutificar em grandes cachos aos 5 anos. Seu palmito é de ótima qualidade e consumido em todo o país. A pupunha tem a capacidade de rebrotar, podendo ser explorada por muitos anos. Seus frutos são utilizados na produção de farinha e ração animal.É cultivada em larga escala, principalmente na região Norte do Brasil. 

Palmito de pupunha

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Fruta da semana - Cupuaçú


Cupuaçu é o fruto de uma árvore originária da Amazônia, parente próxima do cacaueiro. A árvore é conhecida como cupuaçuzeiro, cupuaçueiro ou cupu, é uma fruta extremamente saborosa típica da região norte brasileira, muito encontrada no Estado do Amazonas e no Pará. Muito utilizado para fazer doces,
conservas e compotas, pelos nativos da região Norte.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Dia de Proteção às Florestas \o/


Hoje celebramos o Dia de Proteção às Florestas.
A data foi criada para nos conscientizar da importância da conservação das florestas, que permite a vida de diversas espécies de animais do planeta. O ecossistema mais valioso em espécies animais e vegetais tem sido devastado pela ação inconsequente do homem e, em muitos casos, pela falta de um gerenciamento ambiental adequado. Vamos cuidar das nossas florestas! Natureza é vida e precisamos de fato preservá-la :)

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Bicho da semana - Camaleão


Na Amazônia, encontrar um camaleão indica bons fluidos: estes animais indicam boa sorte, e matá-los traz mal agouro.

Imóvel, o corpo verde e escamado parece um trecho manchado da folhagem. A língua do camaleão pode chegar a ter o mesmo comprimento dele inteiro, e algumas espécies fazem a "mira" além da presa, prevendo sua estratégia de fuga.

Os seus olhos podem ser movidos independentemente para qualquer direção e estão sempre girando em todas as direções para localizarem comida ou perigo, o que lhe confere aparência curiosa. Quando um camaleão vê uma presa, pode fixá-la com um olho e utilizar o outro para verificar se não há predadores nas redondezas.
O encéfalo do camaleão recebe duas imagens separadas, que tem de associar. À medida que se aproxima da presa, o camaleão fixa nela ambos os olhos para poder fazer pontaria.

Para viver, o camaleão precisa muito do calor que recebe quando fica ao sol, raramente desce da árvore por outro motivo que não seja sede ou postura de ovos (a fêmea põe seus ovos em buracos do solo). Seu refúgio mais seguro é mesmo o alto das árvores, entre as folhas.

A tática de fingir-se de morto também é empregada pelo camaleão, mas quando se depara com o perigo, ele faz uma representação convincente de morto, deixando-se cair de lado, com as pálpebras fechadas e as pernas duras.

Fonte: Bio Curiosidades
Foto: Wladimir Calado

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Bicho da Semana - Macaco-aranha


Macaco-aranha-da-cara-branca

Seu habitat maior ocorre entre o rio Tapajós, o rio Teles Pires e o rio Xingu,
ao sul do rio Amazonas.
Sua alimentação consiste em frutos, brotos, flores e folhas.
Possui esse nome por possuir cauda e patas longas, assemelhando-se com uma aranha.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Resenha As Armaduras Sagradas - por Nine Stecanella

Olá Galera \o/ Acabou de sair a resenha do volume II da Saga dos Guerreiros AMAZON \o/
pela Nine Stecanella, do Estante da Nine \o/
Se você não viu a resenha do volume I, O templo da luz, feita também pela Nine,
confira neste link.

Gostou?! Quer comprar?! \o/
Clique aqui

Confira também o Facebook da Galera AMAZON :D

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Foto do dia - Tacacá


Tacacá é uma iguaria da região amazônica brasileira, em particular do Acre, Amazonas, Pará, Rondônia e Amapá. É preparado com um caldo fino e bem temperado geralmente com sal, cebola, alho, coentro do norte, coentro e cebolinha, de cor amarelada, chamado tucupi, sobre o qual se coloca goma de tapioca, também conhecida como polvilho, camarão seco e jambu. Serve-se muito quente, temperado com pimenta, em cuias. O tucupi e a tapioca (da qual se prepara a goma), são resultados da massa ralada da mandioca que, depois de prensada para fazer farinha, resulta num líquido leitoso-amarelado. Após deixado em repouso, a tapioca fica depositada no fundo do recipiente e o tucupi na sua parte superior.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

FOTO DO DIA - Pororoca



Pororoca, macaréu ou mupororoca é a forma como são denominados os macaréus que ocorrem na Amazônia. Trata-se de um fenômeno natural produzido pelo encontro das correntes fluviais com as águas oceânicas.

O fenômeno manifesta-se, no Brasil, na foz do Rio Amazonas e afluentes do litoral paraense e amapaense (rio Araguari, Rio Maiacaré, Rio Guamá, Rio Capim, Rio Moju). Esse choque das águas derruba árvores de grande porte e modifica o leito dos rios. Recentemente, o fenômeno tem atraído praticantes de surfe, transformando-se numa atração turística regional amazônica.

sábado, 4 de maio de 2013

Bicho da Semana - Quati

A palavra "quati" é derivada do termo tupi akwa'tim, que significa "nariz pontudo". 

O QUATI é um mamífero parente do guaxinim, possui um nariz mais comprido e um corpo mais alongado. Suas patas são muito úteis para escaladas em árvores e a cor da pelagem é cinzento-amarelada, porém muito variável, havendo indivíduos quase pretos e outros bastante avermelhados, focinho e pés pretos, cauda com 55 centímetros, com sete a oito anéis pretos. Mede cerca de setenta centímetros. Vive em bandos de oito a dez indivíduos, é praticamente onívoro e se adapta bem ao cativeiro. São animais diurnos.

Quatis vivem em grandes bandos formados de fêmeas e machos jovens. Com mais de dois anos, os machos já vivem sozinhos, juntando-se ao bando somente na época do acasalamento, que acontece no fim da primavera. Dez ou onze semanas após, a fêmea produz de dois a seis filhotes. Por mais de um mês, estes permanecem em seu ninho no oco de uma árvore. O quati alimenta-se de minhocas, insetos e frutas. Comem ovos, legumes e também lagartos e costuma dormir no alto das árvores enrolado como uma bola e não desce antes do amanhecer.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Sorteio do livro O Templo da Luz da Saga dos Guerreiros AMAZON

Olá Guerreiros \o/ Participe do Sorteio do volume I da Saga dos Guerreiros AMAZON!!!
Você pode concorrer tuitando o link, compartilhando a postagem do facebook, curtindo a fan page da Galera AMAZON e da RJR Produções e,
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mas não esqueça de clicar na caixinha abaixo e preencher os dados para
validar seu ingresso no sorteio \o/ 


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Seguindo todas as etapas, você estará participando do sorteio que originou
a aventura da Galera AMAZON =D

**Inscrições até dia 02/06**


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Boa Sorte \o/

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Sobre a lenda do Boto


Esta lenda tem sua origem no boto-cor-de-rosa, um mamífero muito semelhante ao golfinho, que habita a bacia do rio Amazonas, e também pode ser encontrado em países, tais como: Bolívia, Equador, Colômbia e Venezuela. As diferenças básicas são as seguintes: o golfinho vive no mar, e o boto vive em água doce, o golfinho tem cor acinzentada e o boto pode ser acinzentado, preto ou possuir cor avermelhada.
Durante as festas juninas, quando são comemorados os aniversários de São João, Santo Antonio e São Pedro, a população ribeirinha da região amazônica celebra estas festas dançando quadrilha, soltando fogos de artifício, fazendo fogueiras e degustando alimentos típicos da região. Reza a lenda que é quando o boto-cor-de-rosa sai do rio transformando-se em um jovem elegante e belo, beberrão e bom dançarino, muito bem vestido trajando roupas, chapéu e calçados brancos. O chapéu é utilizado para ocultar (já que a transformação não é completa) um grande orifício no alto da cabeça, feito para o boto respirar. É graças a este fato que, durante as festividades de junho, quando aparece um rapaz usando chapéu, as pessoas lhe pedem para que ele o retire no intuito de se certificarem de que não é o boto que ali está.
A tradição amazônica diz que o boto carrega um espada presa ao seu cinto, mas que, no fim da madrugada, quando é chegada a hora de ele voltar ao leito do rio, é possível observar que todos seus acessórios são, na verdade, outros habitantes do rio. A espada é um poraquê (peixe-elétrico), o chapéu é uma arraia e, finalmente, o cinto e os sapatos são outros dois diferentes tipos de peixes.
Este desconhecido e atraente rapaz conquista com facilidade a mais bela e desacompanhada jovem que cruzar seu caminho e, em seguida, dança com ela a noite toda, a seduz, a guia até o fundo do rio, onde, por vezes, a engravida e a abandona. 
O boto ou Uauiara, também é conhecido por ser uma espécie de protetor das mulheres, cujas embarcações naufragam. Muitas pessoas dizem que, em tais situações, o boto aparece empurrando as mulheres para as margens do rio, a fim de evitar que elas se afoguem, as intenções disso até hoje não são muito conhecidas…

fonte: aqui

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Sobre a lenda do Guaraná


Trecho do Livro AMAZON - Guerreiros da Amazônia - O Templo da Luz
– “Era uma vez um curumim, um indiozinho de nome Aguiri, da grande nação Sateré-Mawé4. Aguiri estava sempre pronto para ajudar seus amigos e a todos de sua tribo, mas ele não era querido só por isso. Ele chamava atenção pelos seus olhos, de um formato diferente e iluminado. Diziam que o olhar dele era assim porque só enxergava pelo coração.
Um dia, Aguiri decidiu fazer uma surpresa para os outros curumins, que brincavam em um rio. Foi de árvore em árvore colhendo frutos em uma cesta de juta5 que sua mãe fizera. Estava tão empolgado com aquela ideia, devido à felicidade que iria trazer ao grupo, que não percebeu que se afastara da sua aldeia como nunca antes fez. Para completar, a noite caiu rápido, pegando-o de surpresa. Não achando o caminho de volta, decidiu dormir no oco de umas dessas grandes árvores, protegendo-se dos animais noturnos e perigosos.
Acontece que o temido espírito Jurupari6, que tem o corpo peludo do morcego e o bico de uma coruja, andava por ali, já que se alimentava também de frutas. Ele não demorou sentir a presença de Aguiri e o atacou sem lhe dar chance de defesa.”
– Ele morreu? - perguntou Cynthia, roendo as unhas e com os olhos bem arregalados.                           
– E o que essa história trágica tem a ver com guaraná? Fala logo baiano! - perguntou Allan, também nitidamente intrigado.
Sem responder aos amigos, Kleyton continuou a narrar a lenda.
– “E o menino, mal o dia amanhecera, foi encontrado morto pelos índios de sua tribo. Os pais dele, os amigos, enfim, todos, estavam completamente desesperados e uma tristeza tomou conta da floresta de um modo tal que até os pássaros se calaram. De repente, se ouviu no céu um grande trovão e um raio iluminou o corpo de Aguiri.
Todos gritaram:
– É Tupã... É Tupã... Ele vai nos trazer o menino de volta!
O pajé daquela tribo teve uma visão e ouviu uma voz, bem macia e aveludada, vindo diretamente do seu coração. Pediu silêncio e todos se calaram. A voz disse para plantar os olhos do curumim ao pé de uma árvore seca, e regar com as lágrimas de seus amiguinhos. As lágrimas fariam nascer uma planta para dar felicidade a todos, pois aquele que provar de seu fruto sentirá as energias renovadas e seu coração se encherá de entusiasmo e alegria. Seguiram a ordem do pajé e uma árvore de frutos com a forma idêntica a dos olhos de Aguiri nasceu. Aquele povo deu então à fruta, em homenagem ao indiozinho, o nome de Guaraná, que no idioma Tupi significa ‘a árvore da vida e da vitalidade’”.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Lenda da Iara



        Também conhecida como a “mãe das águas”, Iara é uma personagem do folclore brasileiro. De acordo com a lenda, de origem indígena, Iara é uma sereia (corpo de mulher da cintura para cima e de peixe da cintura para baixo) morena de cabelos negros e olhos castanhos.
A lenda conta que a linda sereia fica nos rios do norte do país, onde costuma viver. Nas pedras das encostas, costuma atrair os homens com seu belo e irresistível canto. As vítimas costumam seguir Iara até o fundo dos rios, local de onde nunca mais voltam. Os poucos que conseguem voltar acabam ficando loucos em função dos encantamentos da sereia. Neste caso, conta a lenda, somente um ritual realizado por um pajé (chefe religioso indígena, curandeiro) pode livrar o homem do feitiço.

        Contam os índios da região amazônica que Iara era uma excelente índia guerreira. Os irmãos tinham ciúmes dela, pois o pai a elogiava muito. Certo dia, os irmãos resolveram matar Iara. Porém, ela ouviu o plano e resolveu matar os irmãos, como forma de defesa. Após ter feito isso, Iara fugiu para as matas. Porém, o pai a perseguiu e conseguiu capturá-la. Como punição, Iara foi jogada no rio Solimões (região amazônica). Os peixes que ali estavam a salvaram e, como era noite de lua cheia, ela foi transformada numa linda sereia.

        A palavra Iara é de origem indígena. Yara significa “aquela que mora na água”.

Guerreiros AMAZON no combate a DENGUE \o/


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Bicho da semana - Uirapuru


A lenda diz, que um jovem índio guerreiro apaixonou-se pela esposa de um cacique. Esta também se namorara dele, porém, era um amor proibido. O Jovem guerreiro sofria muito, pois amava, era correspondido, mas ambos não podiam viver esse amor, pois poderiam ser mortos se alguém da tribo descobrisse. Com o tempo a bela esposa do cacique, foi esquecendo seu amor pelo jovem guerreiro. Porém, esse sofria toda vez que a via.

Um dia o jovem índio amanheceu muito doente, com uma forte febre. Ninguém, nem o pajé sabia o que ele tinha. O jovem índio sentia que estava doente de amor. Não agüentando mais tanto sofrimento, pediu ao deus Tupã, que o transformasse em um pássaro, assim poderia ficar bem perto da amada sem oferecer perigo para os dois. Tupã transformou-o em um pássaro vermelho telha, que possuía um magnifico canto. O jovem guerreiro, agora transformado em pássaro, cantava todas as noites para a amada.

Porém, quem notou o seu belo canto foi o cacique, que tentando aprisioná-lo numa gaiola, correu para capturá-lo e acabou perdendo-se na floresta. Ao Uirapuru restou o sonho de que a sua amada descobrisse que ele era o jovem guerreiro e assim quebrasse o encanto.

O Uirapuru é considerado um pássaro que traz boa sorte,um ser mágico. Quem o encontra pode fazer um pedido que se tornará realidade. Os nativos da floresta relatam que quando o Uirapuru canta, toda a floresta fica em silêncio rendendo-lhe homenagem.
A lenda diz, que um jovem índio guerreiro apaixonou-se pela esposa de um cacique. Esta também se namorara dele, porém, era um amor proibido. O Jovem guerreiro sofria muito, pois amava, era correspondido, mas ambos não podiam viver esse amor, pois poderiam ser mortos se alguém da tribo descobrisse. Com o tempo a bela esposa do cacique, foi esquecendo seu amor pelo jovem guerreiro. Porém, esse sofria toda vez que a via. Um dia o jovem índio amanheceu muito doente, com uma forte febre. Ninguém, nem o pajé sabia o que ele tinha. O jovem índio sentia que estava doente de amor. Não agüentando mais tanto sofrimento, pediu ao deus Tupã, que o transformasse em um pássaro, assim poderia ficar bem perto da amada sem oferecer perigo para os dois. Tupã transformou-o em um pássaro vermelho telha, que possuía um magnifico canto. O jovem guerreiro, agora transformado em pássaro, cantava todas as noites para a amada. Porém, quem notou o seu belo canto foi o cacique, que tentando aprisioná-lo numa gaiola, correu para capturá-lo e acabou perdendo-se na floresta. Ao Uirapuru restou o sonho de que a sua amada descobrisse que ele era o jovem guerreiro e assim quebrasse o encanto. O Uirapuru é considerado um pássaro que traz boa sorte,um ser mágico. Quem o encontra pode fazer um pedido que se tornará realidade. Os nativos da floresta relatam que quando o Uirapuru canta, toda a floresta fica em silêncio rendendo-lhe homenagem.
A lenda diz, que um jovem índio guerreiro apaixonou-se pela esposa de um cacique. Esta também se namorara dele, porém, era um amor proibido. O Jovem guerreiro sofria muito, pois amava, era correspondido, mas ambos não podiam viver esse amor, pois poderiam ser mortos se alguém da tribo descobrisse. Com o tempo a bela esposa do cacique, foi esquecendo seu amor pelo jovem guerreiro. Porém, esse sofria toda vez que a via. Um dia o jovem índio amanheceu muito doente, com uma forte febre. Ninguém, nem o pajé sabia o que ele tinha. O jovem índio sentia que estava doente de amor. Não agüentando mais tanto sofrimento, pediu ao deus Tupã, que o transformasse em um pássaro, assim poderia ficar bem perto da amada sem oferecer perigo para os dois. Tupã transformou-o em um pássaro vermelho telha, que possuía um magnifico canto. O jovem guerreiro, agora transformado em pássaro, cantava todas as noites para a amada. Porém, quem notou o seu belo canto foi o cacique, que tentando aprisioná-lo numa gaiola, correu para capturá-lo e acabou perdendo-se na floresta. Ao Uirapuru restou o sonho de que a sua amada descobrisse que ele era o jovem guerreiro e assim quebrasse o encanto. O Uirapuru é considerado um pássaro que traz boa sorte,um ser mágico. Quem o encontra pode fazer um pedido que se tornará realidade. Os nativos da floresta relatam que quando o Uirapuru canta, toda a floresta fica em silêncio rendendo-lhe homenagem.

Fonte: http://lendason-line.blogspot.com.br/2011/08/lenda-do-uirapuru.html
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